Damares diz que executar hino nas escolas visa o cumprimento da lei e a promoção do patriotismo

Em Genebra, Damares chegou a mencionar em seu discurso diante da ONU na segunda-feira que o governo estava preparando uma “agenda de promoção da ética e da cidadania, a ser adotada por escolas em sala de aula”.

Nesta terça-feira, ao ser questionada, ela explicou que, de fato, a orientação para a execução do hino faz parte dessa agenda. Para ela, o governo apenas está aplicando uma lei existente.

“O governo Bolsonaro é um governo da legalidade. É um governo do cumprimento de leis e temos uma lei de 2009 que obriga a execução do hino nacional. Então, o norte desse governo é a Constituição e é a lei. Então, o nosso ministro está simplesmente cumprindo lei”, disse.

“O Ministério da Educação está trabalhando nessa direção, das questões éticas e de cidadania. É mais ou menos o resgate das antigas matérias de educação moral e cívica. E ele começa já”, explicou. “Inclui a questão do hino”, comentou.

“É obrigatória a execução do hino nacional em todas as escolas e já vamos começar isso agora, cumprindo a lei. Agora, no início das aulas, vamos começar a executar o hino nacional”, repetiu.

Damares ainda apontou que não haverá uma isenção para colégios privados. “A lei é para todos”, disse. Mas ela garante que a escola que não seguir a regra não será punida. “Não existe punição. É obrigatoriedade. A lei não fala em punição. Mas fala que as escolas são obrigadas”, insistiu.